Pedra preciosa brasileira ganha evidência no novo relógio da Hublot

Inédita em relógios, a Hublot traz uma das mais exclusiva pedras  preciosas em seu novo modelo: a cobiçada Turmalina Paraíba. Os relógios ganharam as cores naturalmente vibrantes e intensas da pedra rara, cuja exclusividade pode ser medida pelo fato de que para cada 10 mil diamantes extraídos existe, em média, apenas uma delas.

A Turmalina Paraíba tem fascinado joalheiros desde a sua descoberta, em 1989, no estado da Paraíba, sendo que seu preço supera o de pedras preciosas tradicionais, como o diamante, a esmeralda ou o rubi. Uma pedra magnética, cujo segredo da cor reside na sua fusão entre o ouro, o manganês e o cobre que gera uma resplandecência única proveniente do brilho incandescente que parece iluminar o seu interior.

Certificadas pelos maiores laboratórios de gemologia do mundo, as turmalinas Paraíba que cravejam o Big Bang da Hublot nasceram nos solos do Rio Grande do Norte, no Brasil. A Hublot, por meio de seu parceiro de longa data, Pierre Salanitro, possui um acordo exclusivo com uma mina que atua respeitando o meio ambiente e a ética, cumprindo integralmente as regulamentações brasileiras e internacionais. Buscando preservar a riqueza da terra que produz esse material único, a mina está engajada no reflorestamento da região e utiliza apenas água potável em seus processos de mineração preservando o solo de agentes poluentes.

Apresentando uma aura azul-esverdeada e um azul-turquesa que é ainda mais visível sob a luz, as turmalinas Paraíba são muito sensíveis à luz sob o qual suas cores mudam. Um relógio no qual se deseja mergulhar e que fixa nosso olhar sobre ele.