As marcas muito além do faturamento

O mercado de luxo cresceu no ano passado de acordo com o estudo das principais empresas de consultoria que monitoram o segmento. Com o passar dos meses, entretanto, o que fazia parte das pesquisas vem se consolidando através da divulgação dos resultados anuais de algumas das principais organizações do mundo ligadas ao setor de alto padrão.

Na última quarta-feira, 28 de março, o grupo americano PVH revelou os dados de faturamento do último ano fiscal e os números não poderia ser mais positivos. De acordo com as informações divulgadas o grupo registrou um faturamento total na ordem de 8,9 bilhões de reais no ano fiscal encerrado no dia quatro de fevereiro.

Emanuel Chirico, CEO da organização, afirmou estar muito satisfeito “com os resultados que obtivemos no quarto trimestre e no ano fiscal de 2017, pois eles superaram as previsões e os nossos objetivos de longo prazo, graças ao bom desempenho de nossas Tommy Hilfiger e Calvin Klein”.

O resultado divulgado por um grupo que é referência no mercado de moda e luxo comprova que ambos os segmentos estão atravessando tempos de euforia. Apenas em níveis comparativos, somente a Tommy Hilfiger teve um crescimento de 11% em relação ao ano anterior.

Muito mais do que expressar cifras financeiras de primeira grandeza, esses dados de faturamento ajudam a mapear o mercado e estabelecer as referências do setor. Assim, tanto a Calvin Klein quanto a Tommy Hilfiger, além de se constituírem como grifes de grande valor tangível, também são marcas com um elevado valor intangível.

Para o ano que está se iniciando, o grupo PVH almeja um crescimento de 7% nas vendas. A meta pode até ser ousada e o poder e o valor das marcas que compõe a organização, sem dúvidas, terão um papel decisivo para a conquista desse objetivo.

Crédito da imagem: Reprodução Tommy Hilfiger.

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