Como a Vivara se tornou a maior varejista do setor joalheiro do Brasil?

Se impulsionar no mercado e conquistar um posicionamento de destaque, talvez sejam as maiores intenções de quem ingressar no segmento de alto padrão. E para isso não existe uma receita a ser seguida, mas sim algumas estratégias que podem ser fundamentais para a criação e consolidação de seu negócio.

A Vivara foi fundada em 1962, como uma loja familiar bem no centro de São Paulo, com a intenção de confeccionar peças com o mesmo zelo que os antigos ourives faziam, sendo joias exclusivas e eternas.  Esse foi só o começo da história de uma marca que se tornou a mais premiada da categoria. Em 2018, ela foi considerada a favorita do setor entre as mulheres e em 2019 foi eleita como a primeira colocada na categoria “joias” entre as marcas preferidas dos clientes. Atualmente, a Vivara é a maior rede de joalheria do Brasil, com participação de 10% no mercado joalheiro, mais de 230 pontos de vendas nas principais capitais e um portfólio extenso de produtos, desde joias, relógios (inclusive para outras marcas como Gucci e Hugo Boss), acessórios, fragrâncias e a marca Life By Vivara que conquistou os millenials.

A marca é a primeira varejista de joias negociada na bolsa de valores brasileira. O ouro representa 50% das vendas na receita e a prata 32%. A joalheira ainda tem foco na expansão das lojas exclusivas da Life By Vivara, com plano de abertura de novas 514 unidades até o ano 2024, garantindo assim sua representatividade e crescimento

Algumas características são essenciais para que essa história de sucesso seja um case nos dias de hoje. Primeiro pelo seu posicionamento: a Vivara sabe quem é seu consumidor, o que é primordial para conseguir produzir uma variedade de produtos democráticos, com a missão de chegar a todos os públicos especificados por sua estratégia de venda. Ela também assume um posicionamento de liderança sem deixar o aspecto competitivo de lado, acompanhando de frente todos os passos de seus concorrentes do segmento.

O processo de produção das joias é verticalizado e com isso ela garante novos produtos, com mais frequência e velocidade, acompanhando os novos perfis de clientes e as novas possibilidade de consumo.