A beleza ecologicamente correta

Na última quarta-feira, 02 de maio, aqui no Terapia do Luxo publicamos uma matéria que destacava a adoção de medidas sustentáveis pelo Principado de Mônaco em busca de um turismo com mais qualidade e ética. Se a questão ambiental se tornou uma prioridade até mesmo para um dos destinos mais visitados e desejados do mundo, nada mais natural que a ideia ganhe cada vez mais espaço nos mais diversos segmentos de mercado.

Esta semana, deputados europeus solicitaram à União Europeia a proibição definitiva de testes em animais no processo de fabricação de cosméticos em todo o mundo. A lógica é coerente: se a proibição já está valendo dentro do próprio continente, o passo seguinte é justamente ampliar as leis para nível mundial.

A UE desde 2013 proibiu os testes em animais para a fabricação de cosméticos. Do ponto de vista econômico, a medida em nada afetou o mercado de beleza europeu.

A UE desde 2013 tem uma resolução que proíbe qualquer tipo de teste em animais para a indústria cosmética. A proibição, que vem ao encontro direto de uma nova ética ambiental, do ponto de vista econômico não afetou o desenvolvimento do mercado europeu de beleza, que continua sendo um dos mais importantes do mundo para o setor.

De acordo com Frédérique Ries, deputada belga, “existem métodos alternativos de teste, que geralmente são mais baratos, mais rápidos e eficientes”. A comissão responsável pelo assunto deve levar a questão para as Nações Unidas em breve.

O segmento de beleza é um dos mais tradicionais da indústria do luxo e, certamente, sabendo que os produtos cosméticos são inteiramente produzidos sem testes animais, o conceito de beleza tende a ficar ainda mais belo.

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