As marcas de luxo e o poder de transformar o mundo em um lugar melhor

A democratização das mídias sociais, possibilitando um diálogo muito mais rápido e aberto entre clientes e empresas, aliado ao protagonismo crescente das gerações mais novas no que tange ao consumo dos bens e serviços de luxo, vem promovendo verdadeiras alterações nas estratégias de algumas das mais principais marcas do mundo.

Se em tempos mais antigos os clientes apenas utilizavam os produtos de uma determinada marca, atualmente, os consumidores vivenciam a marca em todas as suas variáveis e, em troca disso, ampliam suas exigências quanto à questões que, direta ou indiretamente, tenham impacto no mundo e na sociedade.

Uma pesquisa divulgada recentemente produzida pela Edelman ouviu mais de 33 mil pessoas em 27 países ao redor do globo, incluindo o Brasil. Um dos resultados mais importantes do estudo é que os consumidores acreditam que os gestores de suas empresas e marcas de confiança podem realmente tornar o mundo um lugar melhor.

De acordo com os dados, mais da metade de todos os entrevistados acreditam que cabe aos diretores e presidentes das organizações a responsabilidade de investir em alternativas que viabilizem a igualdade de remuneração entre todos e combata o preconceito e suas manifestações.

Muitas marcas de luxo já se tornaram referências globais na adoção de medidas com o objetivo de tornar as relações interpessoais mais assertivas e democráticas. Nesse quesito, grifes como a Gucci, a Cartier e a Tiffany & Co. vêm ganhando destaque na proposição de ideias e ações destinadas a quebrar paradigmas vislumbrando um futuro mais positivo para todos.

Em uma época na qual a cultura mundial possui forte influência dos heróis do cinema, as marcas e grifes, pelo menos na visão de seus consumidores, também tem o importante dever de lutar por um mundo melhor.

Crédito das imagens: Reprodução/Gucci.

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